O seu olhar tão profundo
como o mar no fim do mundo
penetra tão fundo na alma
que congela, aquece, acalma

O seu olhar tão sereno
mais ameno que o sonhar
faz amar o coração
e do amar, apaixonar

Olhar profundo, sereno
que cativa, que me espanta
e desfoca o mar e o mundo
e os reflete nesse olhar

Essa é a poesia que eu considero minha obra máxima, datada de primeiro de setembro de 2009, escrita entre as 11:30 e 12:00, mas pensada durante toda a noite precedente. Já deve estar na hora de torná-la pública.

postado originalmente no blog antigo