De como a morsa comeu o remador
Da pedra do mar
A morsa observa
O marujo a remar
O barco sem velaSaltando ao mar
Banha a flutuar
Ruma a morsa
Ao barco, afundarPobre marinheiro
Triste sina, a sua
Com o barco a guiar
Da morsa se salvar“Morsa infame e faminta
Mãe maldita a teria”
Bravo marinheiro cansado
À morsa ter esbravejadoAmaldiçoado sois, marinheiro
Pois ao barco a morsa alcançou
Morsa feliz, marinheiro comido
E o barco soçobroucontinua em:
“De como o marujo, usando um clipe de papel e uma escova de dentes, abriu caminho pelo buxo da morsa para a sua liberdade”
Essa é antiga, uma das primeiras, provavelmente de 2006. Não gosto muito dela, pois é possível notar toda falta de cuidado e inexperiência do pretencioso jovem poeta. De qualquer modo, chega a ser divertida, e registro-a aqui por questões históricas e atendendo a pedidos.
postado originalmente no blog antigo